Nanowrimo: Dia 16

Porque kill your darlings é demasiado overrated e personagens bonitas suck, nada melhor que colocar uma cicatriz na cara da personagem principal
Quem vai à guerra com demónios, dá e leva.

NaNoWriMo Camp starts today!!

É hoje, é hoje! 🙂 Já tenho 800 palavras (escritas à meia-noite em ponto) e embora ainda não esteja satisfeita, acho que vou ter tempo para voltar atrás e editar mesmo depois de começar a história 🙂

Como sou uma fofa para vocês deixo-vos aqui a minha sinopse/ capa e o excerto que escrevi à meia-noite. Eu ia escrever algo na senda do distópico, mas como ontem li o “A strong hand”, não resisti em começar algo do género mas com Ficção Científica.

The Earth no longer exists. Aaron is part of a spaceship dedicated to search a new home for humans. The crew encounters an inhabitable planet where it seems to have life form similar to humans. However their civilization is only made of men. Aaron is sent to establish a message between both worlds.
Suber is confused by the arrival of some species that seemed to derive from theirs. Even though communication is almost impossible, he is more than willing to teach the messenger the art of pleasure. For that he only has to surrender and be his sex slave.

ALERT: This novel will contain scenes with explicit M/M romance, anal sex and oral sex.

Excerto:

(desculpem os erros, foi escrito à meia-noite)

The light was dim. The spaceshift’s crew was still asleep. Aaron heard the quiet breath coming from his comrades. Outside, the window showed the black wallpaper full of stars. He took a deep breath… How did it happen? How come we are humanities last hope? He scanned the room. Only men were allowed in that area. Women… women were clearly left behind to breed. Not that he cared… He could not care less about women and the fact that once Earth almost blew up, they were seen as objects to give birth. He shrugged. Civilization could go for advanced to pre-historical in such a fast way. Ten years and still no signs of life in planets. But we are going to find it, right?

“Psst, hey Aaron!” Someone called him. He looked through the door’s window and saw Arthur’s blue eyes. He rose wearing his white t-shirt and black boxers.
“Can’t get any sleep?” Arthur gave him a pair of cigarettes.
“Yeah, I haven’t got laid in years. The only thing we can do in this fucked up ship is be celibate and die dry.” Aaron laughed. When trying to find humanities’ last hope, sex was defintely out of the map. But he knew it was not forever. As soon as everything got back to normal, he would get his life back. Arthur pushed his lips towards Aaron’s. He tasted of mint and dried meat… probably some scotch he had kept. His hands traced down his chest. “God, man you taste so good.” Aaron let go and opened his tongue caressed his.
“Arthur, someone can come.” Aaron knew that his cock was already swelling from lust and lack of release for years. Arthur agreed and led Aaron to a room.

“Nobody will find us here.” He removed Aaron’s boxers and knelt. “Oh, Sir I have been so eager to suck this wonderful cock of yours.” Aaron laughed. He was broader than Arthur. His face more masculine, his eyes green and hair felt like velvet.
“What are you waiting for? It has also been waiting for you!”

Nanowrimo day #4

Durante o mês tive bem mais trabalho do que o esperado 😦 Infelizmente e apesar de tudo ter corrido bem ao início, com a vinda de testes, apresentações e trabalhos para entregar desleixei-me tanto nas leituras, como na escrita. “Helgi e Herzeloyde” vai ainda a meio, mas hoje meto mãos à obra e penso chegar pelo menos ao climax da problemática do conto, depois é só enviar aos amigos para verem os prós e os contras e o que alterar… Escrever um conto tem muito que se lhe diga, bem sei que não se aproxima de um romance daqueles grandes, mesmo assim pode ter o mesmo efeito. Pelo que tenho lido nas Internets e por esses blogs fora, muitos leitores queixam-se que quando lêm alguns contos ficam sempre à espera de mais, o que piora ainda a tarefa. Como escrever algo que nos satisfaça, mas que também não deixe as pessoas a pedir por mais.
Quando reli os bocados que já tinha escrito para recontar as palavras, surgiram várias perguntas: será que esta parte está bem aqui? Será que as cenas de sexo estão demasiado seguidas? Conseguirão os leitores entender a personalidade de Helgi, ou vão achá-lo apagado? Se acharem, como vou mudar isso… por fim como não se agrada a gregos e troianos temos (escritores/ autores) que contar com a possibilidade destes quererem mudanças antes do conto definitivo ficar pronto. Até agora só recusei uma modificação no conto “Prisão de Gelo”, onde me pediram para eu retirar a última parte.
Por isso posso dizer que cumpri bem os objectivos que tive para o Nano, ainda que nem sempre disponível para escrever freneticamente, a minha cabeça esteve sempre a pensar novas formas de evoluir e desenvolver a história.
Por vezes ao escrever as histórias e quando chego esgotada a casa das aulas e das explicações penso muito rapidamente em desistir do mestrado de ensino e correr para o mestrado de Estudos Feministas e estudar a fundo o que em casa estudo ao leve, mas depois penso na experiência que já acumulei num só semestre. Ao outro dia lá vou eu à minha vida outra vez com mais de 4 livros dentro da mochila e dezenas de .pdfs para ler no computador.

Nanowrimo #2

O terceiro capítulo está quase escrito 🙂 Ler o “Avalon” e ter estudado durante três meses literatura medieval alemã ajudou imenso. Enquanto ando a ler o Tropic of Cancer, ajudou também a ter umas noções de como escrever sobre sexo sem cair na ordinarice – o que pode parecer um bocado estranho devido à linguagem que Henry Miller usa, principalmente devido ao uso quase abusivo das palavras “cunt” e “fuck”. Anyway quase a chegar às 3 mil palavras comecei a duvidar o que fazer com o conto, pensei em enviá-lo para a Dagon, contudo se pensarmos que na definição de fantasia segunda a Wikipedia, que já salvou o curso a muita gente:
“Stories involving magic, paranormal magic and terrible monsters have existed in spoken forms before the advent of printed literature. Homer’s Odyssey satisfies the definition of the fantasy genre with its magic, gods, heroes, adventures and monsters.”
Well, the problem is não há monstros, não há magia… mas também não é um conto histórico… assim sendo acabo sempre por debater o mesmo. Escrevo algo, cujo género é uma salgalhada e acabo por perguntar-me: Há alguém que queira ler o que escrevo?

Nanowrimo day #1

Bem o desafio do Nanowrimo já começou e apesar de ter estado todo o dia ocupada a trabalhar ainda tive hipótese de escrever alguma coisinha. Comecei com vários planos, mas à medida que vou avançando, vejo que vou cortar muita coisa que escrevi e vou adicionar quando o Nanotime acabar. Começo a entender muito bem o porquê de não me dar bem com estes projectos. Se de um modo é uma excelente maneira de me fazer escrever, por outro a velocidade e o facto de nem sempre estar inspirada. É verdade que num ano é mais fácil haver espaço para inspiração do que num mês. Este ano se conseguir escrever os dois contos e ainda mais dois que tenho planeado, torna-se no único ano em que escrevi mais. Está certo que são contos… pequenos, com menos de 10 mil palavras… mas hey se demoro por vezes meses para escrever um conto, não admira que demore quase uma década para pegar num livro.

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