Tell a story #1: Mad scientist’s guide

The mad scientit’s guide
to world domination
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Down these strange
streers
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Se acordar antes de
morrer | João Barreiros
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Para estrear a rubrica do “Tell a story”, que consiste num conjunto de críticas a contos tanto nacionais, como estrangeiros, seleccionei três livros. Down these strange streets é uma antologia de contos organizada pelo “muy” famoso George R. R. Martin (autor de A song of fire and ice) e Gardner Dozois (editor da colecção The year’s best science fiction). Nas próximas semanas irei ler os contos e fazer um post com a crítica. Ao mesmo tempo ando a ler outra antologia The Mad Scientist Guide to World’s Domination: original short fiction for the modern evil genius, organizada por John Joseph Adams (editor das antologias The Living dead e Wasteland com o George R. R. Martin). Como não queria deixar os autores portugueses de lado, junta-se à rubrica Tell a story, o autor nacional João Barreiros.

Para poderem ver depois as críticas aos contos nos labels estarão os títulos das antologias, onde se encontrarão as críticas aos contos.


Há dois nomes que aparece em ambas as antologias – Diana Gabaldon e Carrie Vaughn. De Diana Gabaldon já li o Outlander: nas asas do tempo e foi uma leitura penosa e terminou comigo em fúria por o fim ser um emaranhado romântico cheio de disparates. Da Carrie Vaughn li o primeiro da série Kitty e adorei! Vamos lá ver como se portou a menina Galbadon nas duas antologias.

The Mad Scientist Guide to World’s Domination

Harry and Marlowe meet the Founder of the Aetherian Revolution
Carrie Vaughn

There are steampunk villains, and then there are steampunk mad scientist villains, who bring a certain panache to their evil-doing . . . although maybe it’s just the goggles and frock coats.    Our next story toes the waters of the steampunk subgenre, pairing the granddaughter of Queen Victoria against the crazed inventor of a powerful new technology. The story’s roots, however, lie in the kinds of classic adventure stories Sir Arthur Conan Doyle, Robert Louis Stevenson, and Wilkie Collins were writing at the turn of the twentieth century.    Carrie Vaughn admits a love of those Victorian adventure stories, and says, “I’ve been wanting to tell the story of a not-so-prim Victorian woman adventurer for a long time, and the setting here gave me a fun way to do that. This is an alternate history— an alien spacecraft crash landed, Roswell-like, in England in 1869, and a vast new technology was reverse-engineered from the debris.” It’s the perfect setting for a little madness.    Here we give you a princess with a purpose, a mansion with a secret, and a doctor with a plan. It’s a madcap adventure with a proper British accent.

Oh miss Vaughn, you had me at the “It’s not easy being a tentacle.” Apesar da narrativa terminar de forma abrupta e de não haver muita empatia com as personagens, temos vontade de saber mais do mundo e as personagens demonstram alguma personalidade. O worldbuild é competente (oh the tentacles), mas queremos mais! Especialmente depois de ler a Kitty! Um conto engraçado, que podia ser bem melhor.


The space between
Diana Gabaldon

They did say that red hair was a sign of the devil.

First of all, thank you mrs. Gabaldon *.* That was the best compliment addressed to me.
Ao ler o conto a minha mente derivou sempre para o cenário do anime Trinity Blood/ Chrono Crusade, mas sofrendo do problema da prosa de Gabaldon: conversa fiada eterna. Muita conversa, demasiado show, tanto show que chega a ser secante e uma pessoa quer urgentemente que haja alguma coisa de realmente importante, pouca acção e o world domination’s vai no batalho. O que é pena, porque eu sou viciada em histórias com freiras assassinas e tentativas de conquistar o mundo. Sorry, mrs. Gabaldon, this one was terrible!
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About Adeselna Davies

Occasionally works as an English and German teacher, also loves to read all kind of books and wish someone would pay her to read and write reviews forever. She is also a magazine designer and writes short-stories.

2 responses to “Tell a story #1: Mad scientist’s guide

  1. A menina Vaughn também foi convidada pelo Martin para participar na edição redux do primeiro volume de Wild Cards (série que muito te aconselho a leres) que foi reeditado em 2010 e que ando a reler. Não sei se é de mim mas parece que antigamente escreviam com mais interesse. Deve ser do caruncho.

  2. LOL Estava agora a ler o conto da Vaughn no Strange strees e li isso 😄 e pensei em ti! Momento fofo/awkward do dia!

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